domingo, 28 de novembro de 2010

Luzes


Vejo as luzes como um começo de uma alegria que não tem fim, uma passarela com multicores brilhantes esperando a estrela passar, fleches e um pouco de glamour, esperando a minha vez sentado em algum banco da praça, vejo como é diferente o contraste de cada luz como elas mostra a diferença em seu brilho, não por muito tempo, mas pelo prazo que for preciso, quero que minha luz brilhe mais que o comum, vou deixar resplandecer a magia de viver em luzes vivendo como um ser que possui uma característica individual e principalmente brilhante, uma lâmpada em uma caixa preta quero ser esse ser que não tem medo do escuro pois dentro de si a escuridão não tem chances, vaga-lumes sobrevoa minha cabeça como uma forma de idéia sem noção, seguro firme o efeito ao ponto de segar meus olhos, mais isso é o de menos quero representar essa força que não tem forma que não tem voz, silenciosa e sempre avistadas por todos, não é possível tocar, muito menos saber seus verdadeiros conceitos, deixo refletir em mim essa forma desconhecida, com apenas um sopro apago minha vela que sempre estava acessa e vou dormi com essa escuridão que persiste em ficar presente, porque o que seria da luz sem a escuridão.

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